Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.
Caio Fernando Abreu 

Não tenho lá muita paciência para esperar o que virá. Queria ter o roteiro da vida entre os dedos, mas ao mesmo tempo penso: que graça isso teria?
Clarissa Corrêa. 








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I will never forget love myself.
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Luciana, 15 anos, carioca, tricolor carioca, little black star.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama: Amor-próprio. [...]
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Me and my bad habit of believing in the impossible.

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